MÚSICA > Piano
Conservatório HEITOR VILLA LOBOS
15/07/2024
Sônia Oliveira Martins
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Pianista e Compositora
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Suas Interpretações e Composições
Sonata ao Luar
Página 49
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Mimetismo na Arte.
Sem chegar à Grécia antiga nem à atual.
Só vamos até o ano 1801 na cidade de Viena, Áustria.
E voltamos para Buenos Aires nos anos de 1960.
Imitando, ou melhor "copiando" da natureza algo.
E como nós somos dela parte,
também agregando ao "copiado" nossas emoções e / ou sentimentos.
O que pode ser chamado de Arte.
Daremos dois exemplos que em essa definição estão incluídos.
Usamos a palavra para “copiar”, ou seja Literatura.
E também “copiamos” sons, ou seja a Música.
Ambas atingem o nosso eu, como autores, como interpretes ou como observadores.
Mas todos de uma maneira ou outra, acedemos à mensagem,
e a traduzimos dentro de nossas emoções e caráter.
A Lua, nosso satélite, tem sido “copiada” sempre,
desde que somos habitantes do planeta Terra.
Vamos a um poema escrito por Jorge Luis Borges,
ou seja, estamos dentro da Literatura.
Seu título A Lua, e assim nós fala:
Há tanta solidão nesse ouro.
A lua das noites não é a lua
que viu o primeiro Adão. Os longos séculos
da vigília humana a preencheram
de antigo pranto. Olha para ela. É o teu espelho.
E assim nos emociona
E agora a Lua de Beethoven na sua Sonata ao Luar.
Ouvindo a sua melodia calma mas permanente no seu tema,
também nós devolve a imagem de nós mesmos.
E como não somos os compositores nem os intérpretes dela,
ficamos nas mãos, ou melhor dito,
nos dedos e a alma da Sônia que para nós ela a interpreta.
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Intérprete: Sônia O. Martins
“Sônia, somos todo ouvidos”m
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Como sempre afirmamos, seja qual seja a emoção, sempre há beleza...
Não acham?...Sim, continuamos achando!
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